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Avaliações

A Norma brasileira define avaliação de bens como análise técnica, realizada por engenheiro de avaliações para identificar o valor de um bem, de seus custos, frutos e direitos, assim como determinar indicadores da viabilidade de sua utilização econômica para uma determinada finalidade, situação e data.

A avaliação patrimonial objetiva estabelecer os valores atuais de reposição, depreciação e mercado de todos os itens que compõem o patrimônio da entidade para determinar seu valor patrimonial.

As avaliações de ativos tangíveis e intangíveis requerem metodologias diferenciadas para cada natureza do bem e técnicas e ferramentas específicas para cada finalidade.

Há diversas finalidades para se realizar uma avaliação como para seguros, cisões e fusões, aquisições e alienações, lançamento de ações, garantias para a captação de recursos, recuperações dos valores de ativos (teste de impairment) ou apenas para melhoria do controle e utilização dos ativos, das demonstrações contábeis e do planejamento fiscal que afetam os indicadores de desempenho financeiro e econômico da empresa.

Conforme a finalidade, a empresa pode obter algumas vantagens: avaliar e reduzir os custos do seguro contratado (valor do prêmio, valor de reposição e contratação de riscos), auditar o estado de conservação de seu patrimônio e detectar e efetuar a baixa de bens obsoletos.

Todos os trabalhos são realizados de acordo com a normalização determinada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e pelo IBAPE – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia.

 

AVALIAÇÃO DO ATIVO IMOBILIZADO

A avaliação dos bens tangíveis (móveis e imóveis) emprega diferente metodologia segundo a natureza e conta do ativo imobilizado. Apesar dessas diferenças o trabalho se inicia em campo com uma vistoria técnica criteriosa para em seguida pesquisar o preço de mercado.

A avaliação também leva em consideração as informações de aquisição e conservação específica do ativo. Os trabalhos são concluídos com a entrega de laudos com os critérios e especificações necessários para cada finalidade, como de seguro e de garantia.

 

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (inclusive de informática), MÓVEIS E UTENSÍLIOS E VEÍCULOS

Estes bens são avaliados a preços de mercado (método comparativo) pesquisados junto a seus revendedores e/ou publicações especializadas. Já os bens que não possuem mercado ativo de venda e compra serão avaliados através de seu valor de reposição já deduzida a sua depreciação técnica.

 

EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS

Esses bens são avaliados através do cálculo da composição do seu custo de reposição (materiais, serviços e encargos para sua construção) deduzidos as perdas de valor pela idade e uso e levando-se em consideração o seu estado de conservação.

 

CPCS

TESTE DE IMPAIRMENT

A partir de janeiro de 2010 as empresas deverão se enquadrar nas diretrizes definidas na Lei nº 11.638/07. Estas diretrizes visam, através da definição de procedimentos técnicos, assegurar que os ativos relevantes não permaneçam contabilizados por valor superior àquele passível de recuperação no tempo de seu uso operacional pela empresa ou de sua venda.

Caso se apure evidências concretas de que o valor contábil esteja acima do valor recuperável no futuro, a empresa deverá reconhecer a desvalorização através de provisão de perdas.

Esta avaliação chamada de valor recuperável de ativos ou teste de impairment deverá ser realizada apenas sobre os ativos fisicamente existentes e no mínimo uma vez ao ano por ocasião da elaboração das demonstrações contábeis anuais.

Os métodos para calcular o valor do ativo são: valores de mercado, valores de ativos equivalentes, fluxo de caixa para o cálculo do valor em uso entre outros.

 

DETERMINAÇÃO DE VIDA ÚTIL ECONÔMICA DE BENS

Para determinação da vida útil dos bens é calculada a vida média esperada corresponde à expectativa de vida do bem, que é usualmente definida pelo fabricante em função do histórico de retiradas de operação de bens de sua fabricação. Pode ser também determinada por levantamento de baixas de ativos semelhantes na empresa.

De forma geral utiliza-se, para a determinação da vida média esperada, consulta a fabricantes de equipamentos e tabelas publicadas pela American Society of Appraisers, onde constam as vidas médias esperadas por tipo de indústria e tipo de bem.

A vida média esperada, quando determinada por tipo de indústria, leva em consideração o regime de operação prevalecente naquele tipo de indústria e, portanto todos os fatores são considerados na determinação da vida útil de um ativo, conforme definido no CPC 27:

- uso esperado do ativo. O uso é avaliado com base na capacidade ou produção física esperadas do ativo; B - desgaste físico normal esperado, que depende de fatores operacionais tais como o número de turnos durante os quais o ativo será usado, o programa de reparos e manutenção e o cuidado e a manutenção do ativo enquanto estiver ocioso; C - obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudanças ou melhorias na produção, ou de uma mudança na demanda do mercado para o produto ou serviço derivado do ativo; D - limites legais ou semelhantes no uso do ativo, tais como as datas de término dos contratos de arrendamento mercantil relativos ao ativo.

Com isso, é possível determinar a taxa de depreciação e o prazo de vida remanescente do bem, inicialmente feito o cálculo da expectativa de vida. O cálculo da expectativa de vida leva em conta o estado físico do bem e sua capacidade de geração futura de valor.

 

DETERMINAÇÃO DA VIDA MÉDIA ESPERADA

A vida média esperada para cada item, ou grupo de itens será determinada através do uso de tabelas de vida média por tipo de indústria e tipo de bem emitida pela American society of Appraisers. Esta tabela foi constituída pela compilação de informações de várias fontes com credibilidade no mercado.

Para o cálculo do prazo de vida remanescente será inicialmente feito o cálculo da expectativa de vida. O cálculo da expectativa de vida leva em conta o estado físico do bem e sua capacidade de geração futura de valor.

Na medida do possível as vidas serão determinadas para linhas de fabricação de produtos e atribuídas de forma consistente a todos os itens da linha cuja vida média esperada fosse semelhante à da linha.

Itens componentes de uma linha, mas intercambiáveis entre linhas diferentes, cuja vida média esperada fosse inferior ou substancialmente diferente da vida média esperada da linha terão sua vida estimada individualmente para não causar distorção no princípio de prazo de depreciação.

 

DOCUMENTAÇÃO DE ANÁLISE E VERIFICAÇÃO

Para o desenvolvimento dos estudos para determinação da vida útil econômica dos bens, a empresa deverá disponibilizar os arquivos e documentos abaixo:

  • Base contábil contendo os registros contábeis referentes aos custos com manutenção realizados nos últimos três anos, por centro de custo e por item, se for o caso;
  • Planilha de controle da área de manutenção, com o detalhamento das manutenções preventivas e corretivas realizadas por ativo e centro de custo, dos últimos três anos; 
  • Base contábil contendo dados relativos à aquisição dos ativos, tais como: data de aquisição, fornecedor, valor de aquisição e custos de instalação de maquinas e equipamentos.


O valor de aquisição será considerado com base em dados cadastrados nos arquivos referentes ao ativo imobilizado. Nos diversos setores da empresa envolvidos faremos o levantamento junto aos responsáveis que controlam os bens (em cada grupo) verificando e coletando informações que servirão como embasamento na definição da vida útil através dos investimentos agregados a cada amostra. Deverão estar disponíveis as informações necessárias na ocasião das nossas visitas de campo, visando agilidade na coleta de dados agilizando o desenvolvimento dos trabalhos.

Sumário executivo; Apresentação; Escopo, objetivo e metodologia do trabalho; Resumo de valores, conforme escopo da proposta, pormenorizado, discriminando, de forma individualizada, as características principais dos bens, com o saldo de vida útil, vida econômica do bem; valor residual e novo custo para bens relevantes no atendimento do pronunciamento técnico do CPC 27 e ICPC 10.

 

AVALIAÇÃO ECONOMICA FINANCEIRA

O método de rentabilidade futura permite determinar o valor de sua empresa e de sua marca e analisa e avalia os ativos intangíveis.

Este tipo de avaliação fornece o suporte técnico necessário para fusões, cisões, incorporações; reestruturação de sociedades; valoração de franquias e para o mercado de capitais (lançamento de ações no mercado aberto); entre outras finalidades.

 

AVALIAÇÃO DE EMPRESA E NEGÓCIO

A avaliação envolve diversos fatores que afetam o desempenho da empresa entre outros: concorrência, estrutura de custos e de capital (humano, tecnológico e estrutura física), desempenho e planejamento operacional, de marketing e de vendas.

 

AVALIAÇÃO DE MARCA

As marcas criam laços eternos de identidades com as corporações. Uma ação de marketing bem planejada é fundamental para uma relação de sucesso com consumidores, fornecedores, instituições financeiras e parceiros de negócios.